Com ou sem mofo?

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Em fevereiro deste ano, entregamos ao Serviço de Inspeção Federal (SIF), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o projeto da nossa fábrica de queijos. Nosso objetivo inicial era produzir queijos de casca lavada, de mofo branco e também frescos.

Entretanto, após meses de espera pela análise do projeto, recebemos um comunicado de indeferimento, informando a impossibilidade de manipulação ou produção de queijos com mofo no mesmo ambiente dos demais tipos de queijo.

A partir daí, tínhamos duas possibilidades: criar duas linhas de produção independentes de queijos com mofo e sem mofo (o que implicaria em investimentos muito maiores do que o previsto) ou manter o mesmo projeto e alterar apenas a linha de produtos, optando em produzir somente queijos com mofo ou somente queijos sem mofo.

Depois de muita discussão e análises tanto do projeto quanto do mercado, acabamos optando em produzir, inicialmente, apenas queijos de mofo branco, como esses que ilustram esse post.

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Estamos fazendo mais algumas pequenas adequações no projeto para encaminharmos novamente ao SIF nos próximos dias. Assim, pretendemos iniciar a produção dos nossos queijos especiais, finalmente, nos primeiros meses de 2015.

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Você está preparado para fazer relações públicas?

Nosso post de hoje do Blog do Empreendedor, no Estadão PME: Você está preparado para fazer relações públicas? Mais um artigo de uma série sobre os Quatro Pilares do Marketing que usamos em nossos empreendimentos. Leia aqui!

Visita à fazenda

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Essa semana, visitamos um excelente produtor de leite em Timbó, cidade vizinha a Pomerode. Como estamos reencaminhando nosso projeto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF) para atender às modificações solicitadas pelo órgão, é hora de começar a visitar produtores de leite e estreitar os laços. 

Esse relacionamento é fundamental para o nosso negócio. É preciso acompanhar de perto o processo de produção e a qualidade do produto, auxiliando sempre que necessário para a melhora do leite. A baixa qualidade interfere diretamente no resultado final dos produtos que desenvolvemos, no sabor e no aroma - afinal, queijo é leite!

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Quando se fala em qualidade do leite, tecnicamente há dois indicadores principais: 

1) CBT (Contagem Bacteriana Total): a medida em unidades formadoras de colônias por mililitro de leite. Em uma vaca normal, o numero de bactérias formadoras de colônias por militro de leite não ultrapassa de 1.000 no momento em que o leite deixa o úbere. Ou seja, uma vaca sadia produz um leite de muito boa qualidade e com baixa contagem bacteriana. Assim que o leite deixa o ubere e fica em contato com o exterior ela se contamina se não são adotadas medidas de higiene estritas (limpeza das mãos do ordenhador, limpeza dos equipamentos, esfriamento rápido do leite, etc)

2) CCS (Contagem de Células Somáticas): É medida em número de células por mililitro de leite. As células somáticas estão constituídas principalmente por leucócitos (células de defesa do organismo). Em uma vaca normal, se estima que esta contagem deve estar por volta de 100.000. Em vacas infectadas com agentes patogênicos, esses valores são maiores, de até 300.000. 

É comum encontrarmos na nossa região produtores com níveis de CBT acima de 1.500.000 e CCS acima de 1.000.000. Leite com estes níveis de indicadores não são adequados para a produção de queijos, mas essa situação é perfeitamente contornável com a implementação de programas de boas práticas de produção e com um bom acompanhamento técnico. Daí a importância de criar um bom relacionamento com os produtores e acompanhar de perto o processo de produção.

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Você sabe o que é Marketing de Experiência?

"O uniforme dos funcionários. A seleção das músicas que tocam ao fundo – e o volume também! O conhecimento dos vendedores sobre os produtos que oferecem. A decoração única criada para uma loja ou restaurante. Esses são alguns exemplos de Marketing de Experiência" - Saiba mais no nosso post de hoje no Blog do Empreendedor, no Estadão PME.

Gente Que Empreende: Von der Völke

Marca blumenauense de moda masculina criada há dois anos por quatro amigos, a Von der Völke segue em plena expansão. Inspiradas nas belezas de Santa Catarina - da Serra ao Litoral - e na história dos Völke (família holandesa que nos anos 1920 deu início a uma grande aventura ao redor do mundo até aportar no Sul do Brasil), as peças produzidas pela empresa têm conquistado cada vez mais fãs no país, entre anônimos e famosos. Tanto que Bruno Theiss Bonet, Adrian Vogel, Thiago Matesco e Cezar Cim Filho tem planos audaciosos para o futuro - que incluem a criação de lojas-conceito e franquias, além da entrada também no nicho feminino.





Bruno topou participar da nossa seção Gente Que Empreende, e essa semana é ele quem responde nossas perguntas sobre essa vida de empreendedor!

Diário do Queijo - Como surgiu a ideia para este negócio?

Bruno Theiss Bonet - O desejo de empreender e criar uma empresa diferenciada já vinha de alguns anos. Éramos quatro jovens amigos buscando algo novo, novos desafios. Assim que identificamos uma oportunidade decidimos criar a Von der Völke. Foram 18 meses de planejamento até o lançamento. Estamos construindo uma marca e a estratégia é de que nossos diferenciais contribuam e se tornem referência. Nossos pilares de branding são muitos fortes: Holanda e Santa Catarina. Contamos através de nossas peças a história verídica de uma família holandesa, os Völke, que colonizou a Indonésia e, de lá, veio para Santa Catarina curtir a vida. Isso encanta!

Diário do Queijo - Quais têm sido os maiores desafios para realizar este empreendimento?

Bruno - Os desafios são muitos e surgem mais e mais a cada dia. Estamos em franca expansão e o próprio crescimento gera muitos transtornos. Além das dificuldades intrínsecas de qualquer novo negócio, como contratação de mão-de-obra qualificada, abertura de clientes, etc, a moda é dinâmica ao extremo e estar no timing correto durante todo o processo, desde o estudo de tendências até o produto final estar na mão do nosso cliente, é um grande desafio.

Diário do Queijo - E o que tem sido mais compensador na gestão da empresa?

Bruno - Nosso objetivo está sendo alcançado. Ver a marca crescendo, expandindo e sendo reconhecida no competitivo mercado da moda masculina do Brasil tem sido muito compensador. A Von der Völke já é case de estudos em algumas instituições de ensino de moda pelo país, um sinal de que o modelo de gestão é eficiente. Nos emociona e nos enche de orgulho quando vemos algum amigo ou desconhecido, anônimo ou famoso, usando Von der Völke pelas ruas. É muito gratificante ver o resultado de tanto trabalho e dedicação.





Desafios do Crescimento

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Semana passada, participamos do seminário “Desafios do Crescimento”, promovido pelo Sebrae-SC com o objetivo de apresentar novas temáticas e tendências em gestão para donos de empresas de pequeno porte. Palestramos em Joinville e também aqui em Blumenau, sempre com auditório lotado e um público muito participativo.

Foi um intercâmbio tão legal que, nos dias seguintes, recebemos vários e-mails de pessoas que estiveram na palestra, querendo saber mais ou agradecendo o incentivo e as informações que repassamos ao contar a história que você acompanha aqui no Diário do Queijo desde março do ano passado.

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Em Blumenau, participamos do evento junto ao Leonardo Thiago Muller, da Letuca. Já em Joinville, nosso colega de palco foi Anderson de Andrade, da A2C. Ambos os encontros foram encerrados pelo estudioso de Cultura Digital, Gil Giardelli, com a palestra “Inovação como estratégia competitiva”.

Queremos agradecer ao Sebrae-SC pelo convite. É sempre muito interessante e produtivo participar de encontros assim.

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Você pode enganar o consumidor uma vez (os quatro pilares do marketing que nós adotamos)

Post de hoje do Blog do Empreendedor, no Estadão PME: Você pode enganar o consumidor uma vez (os quatro pilares do marketing que nós adotamos). Confira aqui!

Aniversário com presente

Hoje, 1º de agosto, completamos um ano de aquisição da Laticínios Pomerode - que, por sinal, desde a semana passada se chama Alimentos Pomerode. Estamos felizes em celebrar essa data com o lançamento do nosso Creme de Gorgonzola, primeiramente em versão sachê de 250 gramas. É uma receita que viemos desenvolvendo nos últimos meses, baseada em um dos queijos mais consumidos no Brasil.

Também aproveitamos para repaginar toda nossa linha de sachês, que agora vem em uma embalagem tipo stand-up pouch, que fica em pé, o que garante uma melhor exposição nos pontos de venda e traz mais comodidade para o consumidor.

Nosso Creme de Gorgonzola é uma versão mais cremosa e suave deste queijo de origem italiana, famoso pelo sabor e aroma intensos. Ele é ótimo para preparar molhos para massas e carnes, pizzas e canapés. Depois de tirarmos de linha três produtos logo após a aquisição da empresa, chegamos a 11 itens com este lançamento e também o pack com torradas que lançamos recentemente.

Esperamos que vocês aprovem mais esta novidade!

Post de hoje, no Blog do Empreendedor

Confira o post de hoje no Blog do Empreendedor, no Estadão PME: Quando o nome limita o crescimento de uma empresa. A mudança da nome da Laticínios Pomerode para Alimentos Pomerode. Leia aqui!

Alimentos Pomerode

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A partir desse mês, a Laticínios Pomerode passa a se chamar Alimentos Pomerode. A mudança na denominação da empresa, que compramos há exatamente um ano, foi pensada dentro da nossa estratégia de aumentar sua gama de produtos. Acreditamos que um dos melhores meios para alavancar vendas e reforçar o nome de uma marca é oferecer mais opções ao consumidor, e a simples troca da palavra “laticínios” por “alimentos” já muda completamente o horizonte daquilo que podemos criar a partir de agora.

Essa mudança tem o objetivo de mostrar ao público externo que vamos fazer muito mais. E de nos libertar para pensar nossa empresa com uma visão muito mais ampla, sem a limitação que o nome “laticínios” nos impõe. Vamos pensar grande, imaginar coisas novas, ir muito além dos derivados do leite.

Desde o começo deste projeto, desejávamos nos tornar referência em cultura queijeira no país. E quando soubemos que a nova máquina para fazer o creme de parmesão Kraeuterkaese (que chegou à fábrica há algumas semanas) permitia a fabricação de outros produtos, imediatamente percebemos um novo potencial para nosso empreendimento.

Queremos produzir ou revender geleias, queijos, torradas e outros alimentos que harmonizem com bons queijos. Também pensamos em oferecer acessórios, como facas e tábuas. São novidades que devemos lançar aos poucos, e que provavelmente trarão a mesma marca dos queijos especiais que estamos desenvolvendo dentro da Alimentos Pomerode: Vermont.

Não devem faltar novidades para os próximos tempos!