Post de hoje, no Blog do Empreendedor

Confira o post de hoje no Blog do Empreendedor, no Estadão PME: Quando o nome limita o crescimento de uma empresa. A mudança da nome da Laticínios Pomerode para Alimentos Pomerode. Leia aqui!

Alimentos Pomerode

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A partir desse mês, a Laticínios Pomerode passa a se chamar Alimentos Pomerode. A mudança na denominação da empresa, que compramos há exatamente um ano, foi pensada dentro da nossa estratégia de aumentar sua gama de produtos. Acreditamos que um dos melhores meios para alavancar vendas e reforçar o nome de uma marca é oferecer mais opções ao consumidor, e a simples troca da palavra “laticínios” por “alimentos” já muda completamente o horizonte daquilo que podemos criar a partir de agora.

Essa mudança tem o objetivo de mostrar ao público externo que vamos fazer muito mais. E de nos libertar para pensar nossa empresa com uma visão muito mais ampla, sem a limitação que o nome “laticínios” nos impõe. Vamos pensar grande, imaginar coisas novas, ir muito além dos derivados do leite.

Desde o começo deste projeto, desejávamos nos tornar referência em cultura queijeira no país. E quando soubemos que a nova máquina para fazer o creme de parmesão Kraeuterkaese (que chegou à fábrica há algumas semanas) permitia a fabricação de outros produtos, imediatamente percebemos um novo potencial para nosso empreendimento.

Queremos produzir ou revender geleias, queijos, torradas e outros alimentos que harmonizem com bons queijos. Também pensamos em oferecer acessórios, como facas e tábuas. São novidades que devemos lançar aos poucos, e que provavelmente trarão a mesma marca dos queijos especiais que estamos desenvolvendo dentro da Alimentos Pomerode: Vermont.

Não devem faltar novidades para os próximos tempos!

Gente que Empreende: Caramelodrama

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Há três meses, a Caramelodrama deixou de ser apenas um blog de doces receitas para se transformar em uma bela confeitaria mediterrânea, localizada em um casarão da década de 1950 no bairro Batel, em Curitiba. O sonho agora realizado da chef Carolina Garofani começou a tomar forma no começo de 2010, quando encarou, “meio como um hobby” (pois na época trabalhava como designer e tradutora), o seu primeiro curso de confeiteira no Centro Europeu da capital paranaense.

Quando percebeu, estava totalmente apaixonada pela arte de confeitar. Então viajou para Parma, na Itália, onde estudou na Alma, uma escola internacional de gastronomia. O blog ficou meio abandonado, mas por um bom motivo.

De volta a Curitiba em 2012, começou a buscar o lugar ideal para sua sonhada confeitaria, o que tomou meses de investigação pela cidade. Até que transformou uma casinha que havia sofrido anos de negligência em um aconchegante ponto de encontro. No cardápio da Caramelodrama Confeitaria, várias delícias produzidas sempre com o compromisso de utilizar os melhores ingredientes, com menos açúcar e, sempre que possível, produtos naturais.


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Quer conhecer mais sobre a história da Carol e da Caramelodrama? Leia o emocionado post onde ela conta como sua vida mudou completamente a partir de 2010. Ah, e aproveite para conferir o cardápio da confeitaria - e agendar seu próximo café na capital paranaense.

Por aqui, Carolina responde nossas perguntas da seção Gente que Empreende:

Diário do Queijo - Como surgiu a ideia para este negócio?
Carolina Garofani - Quem me abriu os olhos para a possibilidade de fazer uma confeitaria mais saudável foi o chef Luca Montersino, da ALMA. Ele é muito famoso lá, tem um programa na tevê, e segue a filosofia de que é possível ser gostoso e saudável ao mesmo tempo - o doce que faz mal é aquele de má qualidade.

Diário do Queijo - Quais têm sido os maiores desafios para realizar este empreendimento?
Carolina Garofani - Fazer tudo sozinha e ter tempo hábil para isso - e ainda sobrar um tempinho para as outras coisas da vida. É claro que tenho uma equipe maravilhosa, seis pessoas que ajudam a fazer a Caramelodrama acontecer. Mas sou a chef da confeitaria, atendo os clientes no salão e também cuido sozinha da parte administrativa - algo que agora estou resolvendo com a contratação de mais uma pessoa. 

Diário do Queijo - E o que tem sido mais compensador na gestão da empresa?
Carolina Garofani - Todo mundo que cozinha, que gosta disso, o faz por amor, pela alegria de fazer as pessoas sorrirem através da comida, do sabor. E receber o feedback do público, elogiando aquilo que você ama fazer, que acredita tanto, é algo que compensa todo e qualquer esforço. Esse reconhecimento é um dos melhores presentes que eu posso ter a cada dia.

Post de hoje no Blog do Empreendedor: Você sabe o que é brand utility? Uma rápida história do guia de turismo mais famoso do mundo

Conheça como as marcas criam materiais gratuitos que fazem diferença na vida dos consumidores. Leia mais no post de hoje no Blog do Empreendedor.

Inspiração: Suco e Só

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Quem confia cegamente nas palavras bonitinhas dos rótulos de sucos de caixinha supostamente “naturais” e “saudáveis”? Basta uma rápida passada de olhos pela longa lista de ingredientes para perceber, entre outros problemas, que normalmente há mais açúcar do que fruta na maioria desses produtos.

Há alguns anos, Betina Pisani Ferreira e Carlos Azevedo Ferreira perceberam que não havia no mercado sucos realmente naturais, sem adição de açúcar ou conservantes. Resolveram fundar a empresa Suco e Só, que hoje vende quatro sabores de suco integral - uva, maçã, tangerina e laranja - em cerca de 400 pontos de venda na região metropolitana de Curitiba.

Betina e Carlos se inspiraram nos seus avós, que produziam quase tudo que comiam, em uma época em que “não tinha essa de dar um pulo no mercado”, como contam no site da empresa. E descobriram que não era necessário adicionar nada aos sucos para conservá-los por até dois anos: bastava a fruta. No caso da Suco e Só, a matéria-prima é produzida em Santa Catarina.

O produto chamou nossa atenção enquanto estávamos em uma padaria no bairro Batel, na capital paranaense. A garrafinha de vidro - para deixar bem claro o que o consumidor está comprando - tem um bom design e o rótulo é bem pensado e muito simples. Vai direto ao ponto: é 100% puro suco. A descrição de ingredientes no verso confirma: nem mesmo água é adicionada às garrafinhas de 300 mililitros ou 1 litro. Apenas suco. Como nossos avós fariam!

Pequenas ações que surpreendem

Confira o post de hoje no Estadão PME: 4 casos que nos chamaram atenção nos últimos tempos de ações surpreendentes. Confira aqui, na nossa coluna semanal do Blog do Empreendedor.

Blog do Empreendedor: As aparências importam (inclusive nas prateleiras dos supermercados)

No post de hoje do Blog do Empreendedor, no Estadão PME, falamos da importância dos cuidados nos detalhes das embalagens, tanto no design, como nas informações. Leia mais aqui!

Uma nova máquina, muitas possibilidades!

Essa semana estamos instalando a nova máquina da Laticínios Pomerode. Ela substitui um equipamento manual que estava obsoleto, sem condições de garantir a produtividade que objetivamos. Agora, ela é totalmente automatizada, o que garante maior consistência das receitas em cada lote, menor dependência das pessoas (e, consequentemente, melhor condição de trabalho para os funcionários) e redução de custos de produção.

A automação da produção é algo que priorizamos, inclusive, desde os tempos de Cervejaria Eisenbahn. Quanto mais controlado for o processo, maior a garantia de que o seu produto vai sempre ter o mesmo sabor, cheiro, textura - algo extremamente importante para conquistar novos consumidores.

Com a nova máquina, estimamos um aumento de 50% na capacidade de produção da empresa. Além disso, ela vai nos permitir fazer outros produtos - e não apenas laticínios, mas geléias, doce de leite, molhos diversos, cream cheese, requeijão e outros. Estamos estudando uma extensão bem interessante na nossa linha de produtos!







Vermont, pra quando?

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Constantemente as pessoas nos perguntam, pelas redes sociais ou mesmo pessoalmente, como está o nosso projeto Vermont, a linha de queijos especiais que sonhamos lançar desde bem antes do começo do Diário do Queijo. Essa expectativa nos deixa muito contentes, sinal de que as pessoas estão ansiosas para experimentá-los. No entanto, nosso cronograma segue bastante atrasado.

Isso é bem normal na implementação de um novo negócio, ainda mais quando o produto é novo no país, caso de alguns dos queijos que pretendemos produzir. Dependemos muito de terceiros, e queremos estar com cada detalhe dentro do que a legislação exige.

Um dos pontos importantes é a liberação do Serviço de Inspeção Federal (S.I.F.). Há quatro meses, entregamos uma série de documentos para o órgão, e fomos informados há algumas semanas de que teremos de fazer algumas adequações ao projeto. Como pretendemos trabalhar com vários queijos diferentes, inclusive queijos com mofos (fungos responsáveis pelo sabor dos queijos, como aquela camada branca de um brie ou os veios azulados de um gorgonzola), é preciso muito cuidado para evitar contaminação cruzada entre eles.

Recentemente, fizemos uma visita à FATMA (Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina) e soubemos que as licenças ambientais estão demorando entre 12 e 18 meses para sair (quando normalmente não devem levar mas mais que quatro meses). Como entramos com a papelada em abril, a expectativa agora é que somente em 2015 tenhamos a documentação liberada.

Também percebemos já que os fornecedores de equipamentos oferecem prazos bem extensos para entregar esses produtos, de até 120 dias.

Tudo isso nos leva a crer que, embora tenhamos remarcado a possível data de lançamento dos primeiros queijos Vermont para outubro, provavelmente teremos de esperar um pouco mais. Paciência.

Por sorte, já temos uma empresa em funcionamento, a Laticínios Pomerode, e enquanto não podemos fazer os queijos Vermont, estamos investindo em novos produtos e embalagens dentro daquilo que é possível. Caso contrário, estaríamos acumulando apenas gastos e despesas.

O bom hábito de criar novidades para o mercado

No post de hoje do Blog do Empreendedor, do Estadão PME, falamos sobre a importância de estar sempre trabalhando no desenvolvimento de novidades. Confira o o post clicando aqui